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O Presidente angolano alegou incumprimento do Fundo Soberano de Angola, liderado até janeiro por José Filomeno dos Santos, para retirar a concessão atribuída pelo chefe de Estado anterior, José Eduardo dos Santos, para a gestão de seis fazendas públicas.

O antigo presidente do Fundo Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos, foi detido nesta segunda-feira, em Luanda, por indícios de crimes de associação criminosa, recebimento indevido de vantagem, corrupção e participação económica em negócio.

O Tribunal Supremo (TS) aplicou prisão domiciliar ao ex-director da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, ficando desta forma proibido de sair da sua residência até ser julgado.

Em solo angolano, o primeiro-ministro português, recebido pelo ministro das Relações Exteriores, disse que os dois países devem concentrar-se mais no futuro que no passado.

O chefe de Estado angolano, João Lourenço, exonerou hoje, por decreto, o presidente da Sociedade de Desenvolvimento da Zona Económica Especial Luanda/Bengo, José de Castro Paiva João, tendo nomeado quatro novos administradores executivos.

O novo presidente do MPLA, João Lourenço, reiterou hoje o combate à corrupção, nepotismo e bajulação em Angola, que declarou como "inimigos públicos número um", elogiando o líder cessante, José Eduardo dos Santos.

O vice-presidente do MPLA, João Lourenço, foi hoje eleito presidente do partido, durante o sexto congresso extraordinário, com uma votação de 98,59%, correspondente a 2.309 votos a favor e 27 contra, anunciou a comissão eleitoral.

A secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), afecta ao partido no poder, o MPLA, Luzia Inglês, espera do futuro presidente desta agremiação política uma actuação de acordo com os estatutos do partido e coragem para a tomada de decisões que impliquem medidas disciplinares.

As decisões de Abel Chivukuvuku, enquanto presidente da CASA-CE, não podem sobrepor-se aos partidos coligados, como criar novos formações dentro da coligação, dita o Tribunal Constitucional em acórdão datado de 14 de Agosto de 2018.

O líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) desejou hoje, em Luanda, que o próximo congresso do partido, que vai marcar a transição política, se afirme como um momento de "unidade e de coesão política e ideológica".

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