Carta de Noticia de Angola - Economia
 
Economia

Economia (112)

1 – BNA
Taxas oficiais do Banco Nacional de Angola
USD 351,88 (Compra 350,11 Venda 353,64) – Variação (+) 0,66%
EUR 388,30 (Compra 386,41 Venda 390,18) – Variação (-) 0,35%

O Conselho de Administração do Banco Mundial deverá hoje aprovar o aumento do portefólio em Angola para 2,5 bilhões de dólares, de acordo com a documentação que está a ser distribuída pela delegação angolana em Washington.

As Reservas Internacionais Líquidas (RIL) em Angola voltaram a cair em maio, fixando-se em 10.300 milhões de dólares (9.100 milhões de euros), uma quebra de 508 milhões de dólares (449 milhões de euros) face ao mês de abril.

A consultora Economist Intelligence Unit (EIU) defendeu hoje que as reformas que Angola está a lançar para revitalizar a produção de petróleo são vitais para a economia, mas avisou que o processo será longo e difícil.

O ministro do Comércio angolano afirmou hoje que espera mais investimento privado chinês no seu país, visando alterar o paradigma de excesso de intervenção estatal que tem dominado as relações comerciais entre Angola e China.

Mais de 190 empresas públicas angolanas, 32 delas de referência nacional, serão privatizadas via Bolsa de Valores a partir deste ano para aumentar os níveis de eficiência, anunciou fonte do Ministério das Finanças, citado hoje na imprensa local.

A administração do Banco angolano Yetu assegurou hoje "solidez de fundos para garantir estabilidade" da instituição formada por capitais privados, tendo como acionista maioritário o deputado Elias Piedoso Chimuco.

O presidente da Comunidade das Empresas Exportadores e Internacionalizadas de Angola (CEEIA) elogiou hoje o combate aos monopólios e à corrupção, feito pelo atual executivo de João Lourenço.

A assembleia geral foi uma prova clara da clivagem que existe entre os quatro acionistas da operadora angolana de telecomunicações. A PT Ventures e a Sonangol recusam a continuidade de Isabel dos Santos como presidente do conselho de administração.

O vice-presidente Regional para África da Intelsat considerou que Angola não cobre 50% a 60% do que poderá desenvolver na área das telecomunicações, pelo que o potencial de investimento no setor "é significativo".